Olá, concurseiro!

Dando continuidade às análises das provas elaboradas por diferentes bancas de concursos do país, hoje vamos começar a falar um pouco mais sobre os exames feitos pela FGV, abordando características gerais importantes para a boa realização dessas provas.

 

Diferentemente do que vimos ocorrer nas provas do CESPE, as da FGV têm o esquema tradicional de questões de múltipla escolha, com cinco alternativas a serem avaliadas e, a partir disso, a escolha de apenas uma delas para marcar como correta. Mas todo cuidado é necessário, concurseiro, visto que as questões são embasadas em textos disponibilizados nas provas. Cada texto normalmente é a chave para a resolução de uma série de exercícios, portanto, sua leitura atenta e interpretação são essenciais. Veremos, no próximo post, como as questões realmente aproveitam o contexto dos excertos escolhidos para explanar diferentes pontos de uma mesma matéria.

 

Em se tratando da Língua Portuguesa, por exemplo, gramática, recursos linguísticos, interpretação textual e compreensão leitora podem ser cobrados; porém, ao ver exercícios elaborados pela FGV parece haver um peso maior no domínio gramatical do candidato, sobretudo em concursos que pedem nível superior. Por isso, fique atento! Vale estudar as questões gramaticais que você tem mais dúvida. Além disso, lembre-se de que mesmo as noções de gramática tendem a ser contextualizadas, ou seja, retiradas de textos. Então, é preciso realmente entender as regras gramaticais e não apenas “decorar” exceções.

 

Nas provas objetivas, a quantidade de questões varia de acordo com o nível do concurso. No caso da Língua Portuguesa, há 20 questões em provas que exigem apenas o nível médio e 15 nas de nível superior.

 

Já quando o assunto é a prova discursiva, tudo o que sempre chamamos atenção é necessário: bom uso da linguagem, da coerência e da coesão, domínio lexical e gramatical e boa argumentação. O contexto das propostas normalmente é detalhado, com instruções bastante claras do que se deve produzir. Várias propostas apostam em textos curtos e que demandam interpretação, como tiras e charges; sendo assim, esteja atento, concurseiro! Leia sempre a coletânea e a comanda da redação com calma, a fim de fazer exatamente o que foi pedido. Em breve, faremos também um post analisando uma proposta de produção textual, a fim de exemplificar essas exigências.

 

E você, concurseiro, pensando em prestar um concurso da FGV? Por que não começa agora mesmo a estudar por provas antigas elaboradas por esta instituição? Prática e treino sempre ajudam a garantir bons resultados.

 

Bons estudos e até a próxima!

Profª Aline